Não é a placa de uma igreja que irá trazer avivamento, diz pastor da Hillsong

O pastor da Hillsong em Nova York, Carl Lentz, falou sobre a crescente influência da denominação e como enxerga o avivamento nesta geração

Desde que abriu, a igreja Hillsong em Nova York ganha manchetes por receber famosos em sua casa, mas o pastor Carl Lentz rejeita ser chamado de “pastor das celebridades”.
Carl afirma que está formando uma igreja onde qualquer pessoa possa crescer em um relacionamento com Cristo. “Não importa se você é um sem-teto analfabeto ou um estudioso. Os dois precisam da mesma coisa. Receberemos de maneira diferente, mas isso não significa que alguém seja mais especial”, disse Lentz ao Charisma News. 


“Nós fazemos o que Jesus fez. Então, se você está em uma cadeira de rodas, vamos te colocar em uma fila onde todos possam ver você. Se você é famoso, vamos te colocar em uma fila onde ninguém possa ver você. Isso não significa que você é especial. Significa apenas que você é diferente e nós temos que fazer tudo o que pudermos para servir”, explica. 


O pastor comentou sobre a crescente influência da Hillsong e como vê a oportunidade de avivamento na próxima geração. “São 30 anos em construção e temos que administrar tudo com sabedoria, porque você não quer que as pessoas saiam facilmente. Isso é o que eu sempre digo à igreja: se estamos usando o nome da nossa igreja como nossa maior arma evangelística, estamos com problemas. Não é isso que vai trazer avivamento”, destaca. 


A presença de Deus na vida das pessoas é o que realmente atrai aqueles que não conhecem a Cristo, afirma o pastor. “Você não precisa ter o que o mundo diz que você precisa para ter influência. Você precisa estar totalmente trancado e carregado nesse relacionamento com Jesus. Esse é o único cartão que você precisa para realmente fazer a diferença”, afirma. 


“Sim, algumas outras coisas são incríveis, mas eu acho que o ingrediente chave é que somos cristãos. Você tem a resposta pela qual o nosso mundo está morrendo. E isso não custa dinheiro. Isso não custa fama. Só é preciso alguém para crer nisso. E nós cremos”, acrescenta.